IGREJA NOSSA SENHORA APARECIDA

 

Padroeira: Nossa Senhora Aparecida

O Aleixo e a Bêta são dois minifúndios resultantes de desmembramentos das áreas que pertenceram a José Pedro de Mendonça e que foram divididas entre seus herdeiros.

Até a chegada do Padre Leão, em 1981, no Aleixo não havia igreja. As celebrações e as demais atividades eram feitas na pracinha do bairro, ao ar livre, onde um altar era improvisado em uma mesinha que D.Lurdes carregava para cima e para baixo, forrada com uma toalha de renda branca. O Pe Leão foi o primeiro pároco a dar atenção às comunidades periféricas da cidade. Preocupou-se em organizar os paroquianos, conscientizá-los de seus direitos e incentivá-los a se organizar para, juntos e mais fortes, lutar por seus interesses. Era a filosofia das Comunidades Eclesiais de Base, as CEBS.

E o Aleixo se mostrou um bairro maduro para fazer valer seus direitos e tomar nos dentes as rédeas de sua vida comunitária.

Em pouco tempo a comunidade se mobilizava para a construção da igreja. Eram animadas as festas juninas para angariar recursos. Facilitou muito a doação do terreno pelos familiares de D. Oscarlina Turibina Miranda e Marcos Evangelista da Silva. A pedra para o alicerce foi conseguida com a Prefeitura, na gestão do prefeito Aristarco de Araújo. A mão de obra foi executada em regime de mutirão pelos moradores do bairro, orquestrada pelo pedreiro, coletor de dízimo e, posteriormente, Ministro da Eucaristia, Sr. Emílio Bonifácio da Assunção, hoje já falecido. O material veio também de contribuições levantadas aqui e ali, administradas pelo tesoureiro Raimundo Leocádio da Silva. A construção foi demorada, no ritmo da entrada do dinheiro e disponibilidade de seus moradores, mas seguiu firme, cada dia um pouco mais.

À medida que a construção subia, tornou-se imperioso dedicá-la a um protetor, mas isso não foi difícil: a devoção e a fé dos moradores elegeram Nossa Senhora Aparecida como seu orago. Hoje é a Igreja Nossa Senhora Aparecida.

A primeira imagem a ser entronizada no altar pertencia ao culto doméstico de D. Lurdes Clara Miranda, piedosa devota da Santa e dedicada, até sua morte, aos trabalhos de zeladoria da Igreja. Assim que surgiu a possibilidade, esta imagem foi substituída por outra maior.

Nair Alves dos Santos, hoje, assumiu o encargo de zelar as instalações da Igreja.

Muito antes de sua inauguração o prédio já abrigava os cultos e celebrações do bairro. A inauguração oficial aconteceu no paroquiato de Pe Tacílio, por volta de 1990.

Atualmente são Ministros da Eucaristia, na comunidade, Maria das Dores dos Santos e Sabrina Dângela da Assunção. Como Ministras, elas se responsabilizam pelas celebrações semanais na Igrejinha, pois o padre comparece ali apenas uma vez por mês.

Fonte: Maria das Dores dos Santos

 

 

 

 
 
 
 
 
 

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