IGREJA DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

 

Padroeiro: Santo Expedito

O Bairro Santa Maria surgiu de um loteamento de Delby Pires Muzzi – projeto aprovado pela Lei nº 10 de 14/12/1978

Em 1983 contava com poucos moradores, mas, ainda assim, a Paróquia, sob a direção do Pe. Leão, comprou da imobiliária um lote bem localizado, antevendo que no futuro a Igreja precisaria de um espaço ali.

Neste início as atividades do bairro ainda eram restritas, mas já existiam grupos de reflexão e de catequese que se ressentiam de um espaço onde pudessem, efetivamente, exercer seus trabalhos.

O bairro foi crescendo e sentiu-se a necessidade de fundar uma Associação de Moradores para reivindicar, junto ao Poder Público Municipal, as melhorias de que a comunidade necessitava. Nesse clima de progresso emergente, a líder da catequese da época e o sr Benedito Matozinhos, presidente da Associação de Moradores, se uniram aos demais moradores e, juntos, decidiram construir um Centro Comunitário naquele lote da paróquia.

Diga-se de passagem que, nessa época, a Igreja Católica era quase unanimidade entre os brasileiros. Ainda não havia esta grande variedade de seitas evangélicas por aqui e, na decisão de se construir um Centro Comunitário, implicitamente já se pressupunha um embrião de capela, tanto pelo formato conferido à construção quanto pela cruz que foi afixada à sua entrada.

Decisão tomada, e a comunidade, devagarzinho, levanta as paredes. Desde cedo, o local vai sendo utilizado precariamente para reuniões, catequese e celebrações da Santa Missa, uma vez por mês. Enquanto isso a Associação de Moradores vai-se estruturando legalmente.

A situação, até então muito tranqüila, começou a se complicar quando este centro comunitário passou a ser reivindicado para sediar alguns eventos do bairro, atividades estranhas ao movimento religioso da igreja católica.

Como centro comunitário que se acreditava ser, ali era o espaço democrático por excelência que os moradores, sem restrição, poderiam utilizar. A Associação de Moradores, participante ativa da sua construção, sentia o espaço como sede própria e só então foi levantada a questão da propriedade do lote.

Durante todo o período tenso da disputa, prevaleceu o bom senso para não deixar a situação descambar para um racha entre os moradores. A preocupação era garantir a cada um o espaço necessário, sem prejuízo da boa convivência.

A disputa perdurou durante algum tempo e só em novembro de 2002, no paroquiato de Pe. Eugênio e com Raimundo Paulino Gonçalves na presidência da Associação, conseguiu-se chegar a um consenso: a Igreja ressarciria, simbolicamente, a Associação de Moradores com R$3.000,00, pagos em seis parcelas de 500,00 cada uma, considerando-se que o centro construído seria posto abaixo para se construir uma igreja no local.

A paróquia abriu mão do dízimo recolhido no bairro para ajudar a comunidade a saldar o compromisso assumido. Além disso, foram feitas campanhas, pechinchas, inclusive alguns paroquianos assumiram o compromisso de colaborar com determinado valor fixo durante os seis meses do pagamento da dívida.

O Pe. Eugênio orientou a Associação a pleitear, junto à Prefeitura, um espaço, sob regime de comodato, onde ela pudesse se instalar e exercer suas atividades.

Estava o caminho livre para a tão sonhada construção da igreja. O espaço existente estava pequeno para o sonho e, em setembro de 2003, formou-se a comissão para tomar as primeiras providências. Compunham a comissão:

Presidente: Geralda Antônia Pimenta Carvalho

Secretária: Silvana Cristina Bittencourt de Castro

Tesoureiro: Maria de Fátima Araújo

Mestre de Obras: Braz Pedro Araújo

O primeiro passo foi obter, com o Prefeito Benito de Araújo, autorização para que Lucinéia Pereira, funcionária do DOSU, projetasse a planta do imóvel.

Em julho de 2004 a comunidade se mobilizou com a campanha do cimento. E a Igreja foi nascendo em torno do centro comunitário, que só foi demolido depois que a igreja tomara forma a seu redor.

Hoje a igreja já está amplamente utilizada.

A Capela do Santíssimo, depois de ornamentada com capricho, foi consagrada em abril de 2008.

Igreja levantada era hora de a comunidade decidir a quem ela seria dedicada. Foram inúmeras as sugestões, mas não se podia esquecer que o bairro já tinha um protetor, o bairro já se encontrava sob o manto da Santa Maria. Por coerência, a igreja também deveria ser a ela dedicada. O consenso indicou a denominação: Igreja do Imaculado Coração de Maria.

 

 

 

 
 
 
 
 
 

Paróquia de São José da Lagoa

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