VILA SÃO SEBASTIÃO

 

Padroeiro: São Sebastião

A localidade, a princípio, pertencia a uma só família, constituída de Maria Mulata e Sebastião, ambos já falecidos. Essa propriedade foi comprada por Joaquim Adão Martins, em 1958. Não se chamava Vila de São Sebastião desde então. Devido a muitas brigas entre os poucos moradores, todos ainda da mesma família, o lugar recebeu a denominação de Buraco Quente. Até a década de 1970, mais ou menos, o lugar não recebeu nenhuma melhoria.

O grande divisor de águas na vida da comunidade foi a fundação da Associação de Moradores, encabeçada por Maria Lúcia Dias dos Santos e seu marido Gessi Rodrigues dos Santos que para lá se mudaram em 1989. Eles preocuparam-se, de imediato, com melhorias que julgavam indispensáveis e viram, na Associação, o caminho para fazer valer suas reivindicações. Como a princípio houve divergência até no rateio da taxa paga anualmente para manter o CNPJ, eles arcaram individualmente com o encargo para manter a legalidade da instituição.

Entre as primeiras iniciativas da Associação foi providenciar, junto aos moradores, um nome que substituísse a alcunha depreciativa de Buraco Quente. Elegeu-se São Sebastião por ser o onomástico do morador conhecido como o mais antigo do povoado.

A luz chegou durante o 1º mandato de Hélcio Galvão (1983-1988).

A escola foi implantada durante o 2º mandato de Aristarco (1989-1992). O terreno da Vila limita com o terreno de Adilson Horta Rodrigues e foi ele quem doou o lote onde foi construída a escola.

Sávio Quintão, em seu 2º mandato, desativou as escolas municipais das localidades mais distantes e transferiu as crianças para escolas-polo, de modo que o prédio da escola, agora parado, rapidamente foi aproveitado para instalar, numa das salas, o Posto médico que assiste a população 2 vezes por mês. É o Posto médico Argemiro Rodrigues, inaugurado em 2004.

Na outra sala do prédio ficou instalada a Associação de Moradores e também é usada para atividades religiosas das Igrejas Evangélicas Quadrangular e Missão do Avivamento desde 2011. A Católica Romana já leva assistência espiritual à comunidade desde o tempo do Pe. Aristeu (1992-1999) e as celebrações normalmente são feitas em casa das pessoas, uma vez por mês.

A Assembleia de Deus desde 1995 já assiste seus fiéis mantendo um pequeno templo na vila.

Durante certo tempo essa sala da Associação dos Moradores também foi usada, no período noturno, para aulas de alfabetização de adultos, ministradas por Maria Lúcia.

A água que abastecia o povoado vinha por gravidade, em mangueiras de plástico, até que a Associação de Moradores conseguiu, durante o 1º mandato de Sávio, a perfuração de um poço artesiano, localizado no terreno de um dos residentes do lugar. Ainda assim, vira e mexe falta água por uma ou outra razão.

Atualmente a comunidade pleiteia, junto à Prefeitura, a colocação de mais dois postes de iluminação pública, nas duas entradas do povoado, para facilitar o acesso de quem desce na Br.

A catequista de Primeira Eucaristia é Cleyciane, residente na localidade.

Fontes:

Estelina Ângela das Neves

Eni Maria de Oliveira

Maria Lúcia Dias dos Santos

Augusto Jerônimo Martins

 

 

 

 
 
 
 
 
 

Paróquia de São José da Lagoa

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