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Igreja
04/12/2013

Papa: o Advento nos dá um horizonte de esperança




"Assim para a grande família humana é necessário renovar sempre o horizonte comum para o qual estamos a caminho.
O horizonte da esperança! O tempo do Advento, que hoje novamente iniciamos, nos dá o horizonte da esperança, uma
esperança que não desilude, porque é fundada sobre a Palavra de Deus”.


Iniciamos hoje, Primeiro Domingo do Advento, disse o Papa, um novo ano litúrgico, isto é um novo caminho do
Povo de Deus com Jesus Cristo, o nosso Pastor, que nos guia na história em direção ao cumprimento do reino de Deus.

Portanto, este dia tem um encanto especial, nos faz provar um sentimento profundo do sentido da história.
Redescobrimos a beleza de estarmos todos a caminho; a Igreja, com a sua vocação e missão, toda a humanidade, os povos, as civilizações, as culturas, todos a caminho através das trilhas do tempo.

A humanidade, portanto, está a caminho, e o Papa se pergunta, mas para onde? Há uma meta comum ? Qual é essa meta? O Senhor nos responde através do profeta
Isaías continuou Francisco:

“No final dos tempos, o monte da casa do Senhor estará firmemente plantado no mais alto dos montes, e será mais alto que as colinas e todas as nações correrão para ele. Virão muitos povos, dizendo: «Venham! Vamos subir à montanha
do Senhor, vamos ao Templo do Deus de Jacó, para que ele nos mostre seus caminhos, e possamos caminhar em suas
veredas»”. ( 2:2-3 ) .

Para o Papa Francisco, o que Isaías descreve é uma peregrinação universal em direção de uma meta comum, que no Antigo Testamento é Jerusalém, onde surge o templo do Senhor, pois a partir daí, de Jerusalém, veio a revelação da face de Deus e da Sua lei . A revelação encontrou em Jesus Cristo a sua realização, e o " templo do Senhor " tornou-se Ele mesmo, o Verbo que se fez carne: é Ele o guia e junto a meta da peregrinação do Povo de Deus; e para a sua luz também os outros povos podem caminhar em direção ao Reino da justiça e da paz.

Diz ainda o profeta : De suas espadas eles fabricarão enxadas, e de suas lanças farão foices. Nenhuma nação
pegará em armas contra outra, e ninguém mais vai se treinar para a guerra. (2,4).

Permito-me, continuou o Papa de repetir essas palavas. Mas quando ocorrerá isso? “Que bonito dia será aquele, quando as
armas serão desmontadas para serem transformadas em instrumentos de trabalho. E isso é possível! Vamos apostar na esperança, na esperança da paz, e isso é possível”!.

E o Papa chama a atenção para o modelo do comportamento espiritual, do modo de ser e de caminhar na vida, citando a
Virgem Maria.

Uma simples jovem do interior, que carrega no coração toda a esperança de Deus! No seu ventre a esperança de Deus
se fez carne, tornou-se homem, se fez história: Jesus Cristo. O seu Magnificat é o cântico do Povo de Deus a caminho, e
de todos os homens e mulheres que esperam em Deus, no poder da sua misericórdia. Deixemo-nos guiar por ela
neste tempo de espera e de vigilância ativa.

O Santo Padre concluiu concedendo a todos a sua Benção Apostólica.

 

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Paróquia de São José da Lagoa

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